Motorista de BMW admite ter consumido álcool antes de acidente que matou cinco pessoas da mesma família

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 O motorista de uma BMW envolvido em um grave acidente de trânsito que resultou na morte de cinco pessoas da mesma família confessou às autoridades que havia ingerido bebida alcoólica horas antes da colisão. Segundo o depoimento, o consumo ocorreu após uma discussão com a namorada, momentos antes de ele assumir a direção do veículo. De acordo com informações da investigação, o acidente aconteceu em um trecho de rodovia movimentado, onde o carro de luxo colidiu violentamente com o veículo da família. As vítimas morreram ainda no local, o que causou grande comoção na região e reacendeu o debate sobre os riscos da combinação entre álcool e direção. O condutor foi submetido a procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. A polícia apura as circunstâncias exatas do acidente, incluindo velocidade, condições da via e possível agravante pelo consumo de álcool. Testemunhas relataram que o impacto foi intenso, mas as autoridades evitam divulgar detalhes técnicos antes da conclu...

Não é novidade que o Brasil apresenta uma baixa adesão a seguros: apenas 30%

 Não é novidade que o Brasil apresenta uma baixa adesão a seguros: apenas 30% da frota de veículos está segurada, menos de 20% das residências possuem alguma cobertura e menos de 10% da população conta com um plano de previdência. Nesse contexto, o projeto ‘Tá Seguro?’ saiu às ruas de São Paulo para entrevistar consumidores e entender a percepção da população sobre o mercado de seguros, que almeja alcançar 10% do PIB (Produto Interno Bruto) até 2030.

Os resultados dessas entrevistas serviram de base para um episódio especial do videocast gravado durante a 38ª Conferência Hemisférica de Seguros, promovida pela Fides (Federação Interamericana de Empresas de Seguros), que reuniu mais de 2 mil participantes de 41 países no Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 26 de setembro.

O InfoMoney organizou uma conversa exclusiva em um estúdio de vidro montado para o evento, com três importantes figuras do mercado segurador brasileiro:

  • Dyogo Oliveira, presidente da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), entidade anfitriã do encontro internacional;
  • Patrícia Freitas, CEO da Prudential do Brasil; e
  • Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros.

Os convidados analisaram os fatores que dificultam a expansão do mercado e a inclusão de seguros na vida dos brasileiros. Dyogo Oliveira, da CNseg, destacou que, embora isso varie conforme o tipo de seguro, a falta de conhecimento, informação e a cultura de ter um seguro são questões gerais. Ele comparou a situação do Brasil com a da Alemanha, onde ter seguro para a casa, o carro e outros bens é parte do cotidiano. “O brasileiro tende a acreditar que nada de ruim acontecerá com ele, apenas com o vizinho”, comentou.

Patrícia Freitas, da Prudential, mencionou uma pesquisa recente da seguradora que identificou quatro principais motivos para a baixa adesão: condição financeira, desconfiança, desconhecimento e falta de percepção de necessidade. “Esses quatro fatores são, na minha opinião, os mais relevantes”, afirmou. Roque de Holanda Mello, da Junto Seguros, concordou com Dyogo e Patrícia, acrescentando que “a maioria da população vê o seguro como um custo, e não como um investimento”. Para ilustrar, ele citou que, em países como os Estados Unidos, 100% da frota de veículos é segurada, uma vez que a proteção é obrigatória em 49 dos 50 estados americanos.

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