Motorista de BMW admite ter consumido álcool antes de acidente que matou cinco pessoas da mesma família
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O setor de seguros automotivos está prestes a atravessar uma das maiores revoluções de sua história. Impulsionadas pela digitalização, pela popularização dos carros elétricos e por novos modelos de mobilidade, as seguradoras já preparam mudanças profundas na forma como calculam riscos e atendem seus clientes. Especialistas ouvidos pelo Jornal Mobilidade Agora apontam seis tendências que devem redefinir o seguro de carro até 2030
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Planos em que o motorista paga apenas pelo quanto dirige — medido via telemetria — devem deixar de ser exceção. Segundo analistas, esse modelo tende a atrair principalmente jovens e motoristas que usam o carro apenas em finais de semana, reduzindo custos e estimulando a direção mais consciente.
Ferramentas de IA já começam a analisar histórico de direção, padrão de rotas e até hábitos de manutenção do veículo. A expectativa é que, em breve, o preço do seguro seja calculado instantaneamente após a apólice ser solicitada, tornando o processo quase automático e mais preciso.
Com baterias caras e componentes ainda restritos, os veículos elétricos devem impulsionar seguros específicos, incluindo proteção contra falhas de software, sobrecarga e riscos relacionados a estações de recarga. Especialistas acreditam que as coberturas tradicionais deixarão de ser suficientes.
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